Fechado há sete meses

População teme por futuro do Centros Olímpico e Paralímpico do Recanto das Emas

Garotos jogando basquete no COP-DF/Foto: Divulgação

Moradores do Recanto das Emas têm se preocupado com a situação do Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da região. O local que atende a comunidade da Região Administrativa, está fechado há sete meses devido à pandemia causada pelo novo coronavírus. Mas outra questão tem preocupado os moradores e trabalhadores do local: a gestão do espaço.

A gestão do local é feita pelo Idecace (Instituto de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente, Pela Cultura, Esporte e Educação), empresa que possui contrato com Governo do Distrito Federal (GDF) para fazer administração de seis COP’s da capital, são eles: o do Gama, Santa Maria, Recanto das Emas, Brazlândia, Planaltina e Ceilândia. 

O término desse contrato, que encerra este ano, tem preocupado os profissionais e usuários de todos os Centros. O pedido dos profissionais é para que, mesmo com a troca da empresa gestora, os professores sejam pagos. “Nossa principal preocupação é caso a Idecace não permaneça, eles recebam o repasse necessário do GDF para pagar todos os professores da forma devida”, relata o professor do COP. 

O pedido da população é para que os professores permaneçam. Além disso, há um receio quanto à mudança das atividades oferecidas pelo espaço. Os profissionais ressaltam que, mesmo o apelo vindo do Recanto das Emas, os seis Centros Olímpico espalhados pela capital precisam desse cuidado. Atualmente, o local tem aulas de atletismo, basquete, natação, karatê, futsal society, futsal, ginástica localizada, atividade orientada, hidroginástica, voleibol, oficinas profissionalizantes, apoio psico-social e atividades para pessoas com deficiência.

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