Brasília apresenta menor índice de preço comparada a outras capitais

No entanto, alimentação, habitação e vestuário mostraram aumento

Nesta sexta-feira, 02, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou relatório que mostra que, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor-Semanal (IPC-S) subia todas as semanas em cinco capitais, Brasília foi a única metrópole que apresentou desaceleração. O indicador caiu de 0.92% para 0,89%. Com isto, a taxa de crescimento anual do IPC-S no DF é de 2,11%.

Nesta edição, três das oito categorias de despesas que compõem o índice apresentaram queda em sua taxa de variação. Entre elas, destacam-se transporte e despesas diversas, cuja incidência passou de 1,81% para 1,03% e de 0,73% para 0,20%, respectivamente.

No entanto, na comparação com a semana anterior (dados divulgados em 22/09), itens como alimentação, habitação e vestuário apresentaram alta. Os índices subiram de 1,04% para 1,29%, 0,28% para 0,35% e -0,11% para 0,28%, respectivamente.

Itens como passagem aérea, gasolina e alimentícios – tomate, óleo de soja e arroz, também apresentaram alta.

O que é o IPC

O índice de Preços ao Consumidor, ou IPC, é conhecido como o nome de um tipo específico de índice de preços desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE).

Por definição, os índices de preço destinam-se a medir o comportamento dos valores em um determinado setor ou categoria. Uma vez que o preço é considerado o reflexo mais preciso do equilíbrio entre oferta e demanda, ele indica a evolução do valor quando há uma queda ou aumento de um lado.

Isto está relacionado a todas as outras atividades econômicas, portanto, os indicadores baseados em preços são uma ferramenta para entender o princípio básico da transferência de riqueza local.

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