Professores de Colégio Militar de Brasília resistem à volta das aulas

Após o posicionamento e a resistência que os professores do Colégio Militar de Brasília (CMB) destacou neste domingo, 20, que se posiciona contra o plano do comando da escola para a volta das aulas da sua unidade. O Sindicato Nacional dos Servidores Federais de Educação Básica, Profissional e Tecnológica da Seção Sindical do CMB, representantes da categoria, dizem que o plano não detalha de forma satisfatória quais são as medidas de segurança a serem seguidas. 

Os professores também afirmam que o protocolo adotado não prevê a testagem da covid-19 em estudantes, docentes e servidores, o que causa muita preocupação e nervosismo. Além disso, a escola estaria prevendo inserir cerca de 105 alunos em um mesmo ambiente, o que causa aglomeração, devido a isto, professores entenderam que o risco de contágio se torna muito maior. 

Depois de meses de discussão sobre como se dará a volta das aulas presenciais, sem que se tenha ainda chegado a uma conclusão sobre a melhor maneira, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou que o Ministério da Educação (MEC) transferirá R$ 525 milhões para as escolas, a fim de preparar o retorno. E só. Não apresentou planos ou cronograma para as aulas presenciais, que continuam inéditos, na audiência na comissão mista do Congresso para medidas relacionadas ao coronavírus. Apesar de não detalhar a estratégia para uma retomada segura, afirmou que “se dependesse de mim, retornava (às aulas presenciais) amanhã”.

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