Pela primeira vez, Brasília sedia edição do Grand Slam de Judô

Participaram do evento alunos dos Centros Olímpicos e Paralímpicos, além de policiais judocas

Foto: Agência Brasília

Iniciado nesta segunda-feira (7), o Grand Slam de Judô 2019 recebeu cerca de 400 atletas de 61 diferentes nações. A cerimônia oficial de abertura foi realizada no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) e contou com a presença do vice-governador Paco Britto, e pelo secretário de Esportes do DF, Leandro Cruz.

Além da transmissão ao vivo para mais de 120 países, o público geral lotou as arquibancadas do evento nesta terça-feira (8). A última edição do campeonato aconteceu há sete anos.

Entre os atletas participantes, a representante feminina do Distrito Federal, Ketleyn Quadros (63kg), ganhou medalha de ouro em sua categoria. “Brasília foi onde eu dei meus primeiros passos, faz parte da minha história e da minha origem. É muito bom lutar em casa e ter este tipo de evento aqui. Só tem cinco Grand Slams por ano e conquistar este ouro em casa é muito especial”, avaliou.

Outro brasiliense morador de Taguatinga, Guilherme Schimidt, atuou como árbitro da Federação Internacional de Judô. “Estamos estimulando os nossos jovens, trazendo alunos dos Centros Olímpicos e Paralímpicos para visitarem o Grand Slam e verem que o esporte é uma oportunidade, para se espelharem nos atletas que estão no tatame”, observou Paco, que foi bastante aplaudido pelos presentes ao citar, entre outros atletas, a presença de Schimidt.

O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, é o principal patrocinador do evento. O secretário especial do Esporte do Governo Federal, Décio Brasil, ressaltou o momento de confraternização entre os atletas do mundo todo. “É um estímulo às crianças, quando veem seus ídolos competindo. Além de proporcionar integração dos atletas e a inclusão social em nosso país”, pontuou, citando o bolsa-atleta, que beneficia 36 competidores. “Um milhão e 600 mil são destinados, anualmente, ao judô”, completou.

Policiais judocas

Os 150 cadetes da Polícia Militar do DF participaram igualmente da cerimônia de abertura. O judô é instruído na Academia MIlitar e é disciplina obrigatória nos três anos de curso de formação, onde é preciso chegar até a faixa amarela.

Caso o policial deseje continuar a treinar judô, ele pode evoluir para a faixa preta. O Coronel Lima Filho, responsável também pela participação do grupo no evento ressaltou que “Eles estão acostumados, já que rotineiramente estão sempre cantando o hino. Mas, sem dúvida, foi um desafio”.

* Com informações da Secretaria de Esportes

Por: Gabryel Jackson


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